Neste artigo, falaremos mais sobre esse assunto, mostrando quais são os sinais da deficiência, quais as consequências e como o diagnóstico é feito. Para saber mais, continue a leitura!
Quando o indivíduo é diagnosticado com deficiência de ferro, significa que seu corpo não conta com a quantidade adequada para que a produção de hemoglobina seja normal.
Vale destacar que a hemoglobina é imprescindível para o bom funcionamento do nosso organismo. Afinal de contas, ela é a proteína responsável pelo transporte do oxigênio dos pulmões para o resto do corpo.
Neste caso, quando os níveis do ferro estão abaixo do indicado, o corpo não tem capacidade de produzir hemoglobina suficiente. Assim, a capacidade de oxigenação dos tecidos e órgãos diminui.
Este é um problema que pode surgir por uma série de fatores, sendo um dos mais comuns, uma dieta pobre no consumo de ferro. Além disso, mulheres com menstruações intensas ou hemorragias podem ter uma perda excessiva de sangue, contribuindo para a baixa do mineral no organismo.
Outros fatores são: dificuldades de absorção do ferro no sistema digestivo e gestação, fazendo com que a paciente necessite de mais minerais para manter o bom funcionamento do corpo.
Esta é uma condição que pode afetar qualquer pessoa, mas é muito mais comum em crianças e mulheres em idade fértil.
Perceber a deficiência de ferro pode ser difícil, já que ela se manifesta de diversas formas, incluindo sintomas recorrentes de outras condições e doenças. Dentre os principais sinais deste problema, estão:
Um dos primeiros e mais comuns sintomas da falta de ferro é a fadiga excessiva, inclusive surgindo de maneira generalizada. O problema acontece porque o organismo não consegue produzir hemoglobina suficiente, a responsável por transportar o oxigênio pelo corpo.
Dessa forma, os músculos e os tecidos não funcionam da maneira correta, já que não contam com oxigênio suficiente, resultando em um cansaço acima do normal.
A cor rosada natural da pele sofre mudanças, já que a hemoglobina é diminuída. Além disso, a deficiência de ferro pode afetar ainda a circulação sanguínea, causando ainda mais palidez.
É comum a associação de unhas e cabelos fracos com a deficiência de vitamina B12, entretanto, a falta de ferro também pode ser uma das principais causadoras desse sintoma.
As células que compõem os cabelos e as unhas dependem diretamente do ferro no organismo. Assim, quando seus níveis ficam baixos, as células passam a funcionar de maneira errada, ocasionando a quebra das unhas e a queda de cabelo.
Dores de cabeça e tontura são muito frequentes quando há a deficiência de ferro. Afinal, a redução de oxigênio no cérebro pode causar essas sensações, mas é importante ressaltar que casos mais severos podem resultar em desmaios.
O funcionamento inadequado do cérebro pode causar sinais intensos, principalmente quando o indivíduo precisa levantar rapidamente ou realiza algum tipo de esforço físico, seja carregando objetos mais pesados ou até mesmo praticando atividades físicas.
Além de todos estes sintomas, a deficiência de ferro ainda é responsável por: irritabilidade, pernas inquietas, batimentos cardíacos acelerados, falta de apetite, alterações no paladar, entre outros.
A anemia é uma das principais doenças que surgem com a deficiência de ferro a médio e longo prazo. Este é um problema que ainda pode acarretar condições cardíacas, como a sobrecarga e/ou insuficiência.
Além disso, a falta de ferro pode ser prejudicial para o desenvolvimento cognitivo de crianças, bem como gerar o enfraquecimento do sistema imunológico e maior risco de infecções.
De acordo com o Ministério da Saúde, o diagnóstico da deficiência de ferro deve ser feito por meio de exames laboratoriais, incluindo um hemograma completo, contagem de reticulócitos, análise da morfologia do sangue periférico, dosagem de ferritina e índice de saturação de transferrina.
É comum que o primeiro passo para diagnosticar o problema seja a ida a um clínico geral. O paciente começa a ter os primeiros sinais e busca ajuda de um profissional para entender qual etapa seguir. Ao suspeitar do problema, o médico pode redirecionar o indivíduo para uma consulta com um hematologista.
O tratamento da deficiência de ferro pode começar com o uso de suplemento de ferro via oral. Entretanto, essa não é a única forma de cuidar do problema, já que a alimentação é imprescindível para a reposição do mineral.
Além disso, caso o paciente esteja em uma situação mais severa, a suplementação de ferro pode ocorrer via injetável, o mesmo para indivíduos que não conseguem obter a absorção completa do ferro via oral.
Embora pareça algo simples, a deficiência de ferro pode acarretar uma série de doenças e sintomas que afetam a qualidade de vida dos pacientes. Por isso, ao perceber unhas e cabelos mais fracos, palidez, tonturas, entre outros sintomas, busque ajuda de um médico o quanto antes.
Tratar os sinais é o primeiro passo para evitar condições mais graves e suas consequências.
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A deficiência de ferro pode fazer com que as unhas do indivíduo fiquem mais quebradiças e com formato mais arredondado. Além disso, a pessoa pode apresentar mais cansaço e queda de cabelos de maneira excessiva.
Os principais sintomas são:
• unhas fracas;
• cansaço extremo;
• queda de cabelo;
• dores de cabeça;
• tonturas.
Isso acontece porque a hemoglobina reduz o transporte de oxigênio para o sangue, causando muita fadiga e palidez em indivíduos com ferro em baixa.